Atualizado 15/11/25
Fonte: Campo Grande News

Mato Grosso do Sul segue entre os estados com melhor desempenho do país, mesmo em cenário nacional de estabilidade
Mato Grosso do Sul permanece entre os destaques nacionais no mercado de trabalho. No 3º trimestre de 2025, o estado manteve uma taxa de desemprego baixa e estabilidade no indicador, enquanto a renda média dos trabalhadores registrou crescimento, acompanhando o bom desempenho da região Centro-Oeste.
Desemprego segue entre os menores da região
De acordo com a PNAD Contínua divulgada pelo IBGE, apesar de a taxa de desocupação nacional ter ficado em 5,6% a menor desde 2012 apenas duas unidades federativas registraram queda no desemprego em relação ao trimestre anterior. MS permaneceu estável, consolidando-se em um patamar historicamente baixo e sustentável.
📈Centro-Oeste impulsiona crescimento da renda
A renda média da região alcançou R$ 4.046, acima da média nacional de R$ 3.507. O avanço reflete o desempenho positivo de setores como:
- Serviços
- Agropecuária
- Administração pública
Em MS, esses segmentos seguem sustentando e ampliando a ocupação, com destaque para o aumento da formalização.
Informalidade continua entre as mais baixas
Enquanto o índice nacional de informalidade atingiu 37,8%, estados do Nordeste ultrapassaram 50%. Já Mato Grosso do Sul acompanhou o cenário favorável do Centro-Oeste, beneficiado pelo maior número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado.
Mulheres ainda enfrentam maior desocupação
O recorte de gênero permanece como desafio. A taxa de desocupação feminina no país é de 6,9%, contra 4,5% entre homens — tendência que se repete em MS, ainda que com números menores.
Tempo de procura por emprego diminui
A redução no tempo de busca por uma vaga, registrada em todas as faixas, indica maior dinamismo na absorção de mão de obra. Esse comportamento costuma refletir diretamente em MS, que já apresenta rotatividade menor e recolocação mais rápida que outras regiões.
Brasil cresce pouco, mas MS se destaca
Estados como Pernambuco (10,0%), Amapá (8,7%) e Bahia (8,5%) ainda apresentam taxas de desemprego elevadas. No outro extremo, Santa Catarina e Mato Grosso aparecem com as menores taxas do país, ambos com 2,3%.
O desempenho de Mato Grosso do Sul reforça a resiliência econômica do estado e sua posição entre os mercados de trabalho mais ajustados do Brasil.
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