Ventos e chuva fortes atingiram Mato Grosso do Sul na tarde desta segunda-feira (1º), provocando alagamentos, estragos em ruas e quedas de árvores em diversos pontos do estado.
Ocorrências registradas
Em Caarapó, residências foram invadidas pela água e veículos ficaram ilhados em pontos alagados da Rua Arsênio Cardoso. Em Campo Grande, uma árvore de cerca de 7 metros caiu na Rua Dona Júlia Serra, no bairro Vila Nasser, bloqueando parcialmente a via. Moradores afirmaram que já haviam sinalizado risco de queda à prefeitura antes do incidente.
Em alguns bairros da capital, como Novos Estados, também foram registrados pontos de alagamento. Câmeras de segurança registraram o momento em que a árvore caiu; por sorte, ninguém ficou ferido.
Alerta e previsão
O estado entrou em alerta para tempestades para terça-feira (2). A previsão indica chuva moderada a forte, com raios e rajadas de vento que podem alcançar 70 km/h e em pontos isolados até valores superiores.
As instabilidades começam de forma isolada durante a madrugada no oeste do estado e ganham força ao longo da manhã no noroeste, oeste, centro e sudoeste. A chuva se espalha e persiste à tarde; à noite, a instabilidade diminui na maior parte das regiões, mas continua no sudoeste e área central.
Maiores volumes previstos (dia)
- Guia Lopes da Laguna — 27,8 mm
- Jardim — 27,8 mm
- Maracaju — 26 mm
- Porto Murtinho — 25,3 mm
Há previsão de pancadas também em Figueirão, Três Lagoas e Aquidauana.
Temperatura e sensação
Mesmo com as chuvas, o tempo segue abafado. As máximas previstas para algumas cidades são:
- Alcinópolis, Pedro Gomes e Sonora — 31°C
- Água Clara, Três Lagoas, Ladário e Selvíria — 33°C
- Campo Grande — máxima prevista de 31°C, com possibilidade de pancadas pela manhã, tarde e noite
Recomendações
- Evite áreas alagadas e não tente atravessar pontos com água sobre a pista;
- Procure abrigo seguro em caso de ventos fortes e evitar estacionar sob árvores instáveis;
- Fique atento a alertas oficiais da Defesa Civil e das prefeituras locais;
- Em caso de emergência, contate os órgãos de segurança pública locais.
Fonte: g1 MS — Nadine Lopes e Thais Libni (01/12/2025)



